Quarta-feira Fev 16, 2011
Manuel Rico
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N.º de Páginas - 304
Encadernação - capa dura
PVP - 19.90 euros
ISBN - 9789724416298
Tradução - Luís Filipe Sarmento
Compre aqui (Pré-Venda)
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“O escritor Manuel Rico percorre os aspectos “mais duros e sórdidos” dos últimos anos do franquismo no seu romance “Verão”, no qual obscurece a realidade com a ficção para facilitar a abordagem desse período, ainda recente, da História de Espanha.”
EFE, Soitu.es
Com uma prosa rica e precisa, Manuel Rico esboça neste Verão um retrato de toda uma época, num enredo bem estruturado em que convergem o tormentoso passado da história com os sonhos não realizados dos adultos e as novas esperanças para os seus filhos, que agora assomam ao mundo. Um romance intenso, de intriga, de sentimentos e referências literárias e musicais das últimas décadas, mas também metaliterário, com uma profunda reflexão sobre a escrita e a influência literária na sociedade. Em suma, uma alegoria da vida num Verão pleno de capacidades evocativas, de histórias de amor, desejo e morte.
Manuel Rico (Madrid, 1952) é licenciado em Ciências da Informação pela Universidade Complutense de Madrid.
Foi deputado constituinte à Assembleia de Madrid; Director de Serviços Culturais no Município de Madrid; Director de Gabinete da Concelhia de Educação e Cultura da Comunidade de Madrid; Coordenador Técnico do Grupo Parlamentar Socialista na Assembleia de Madrid; ocupou o cargo de director de relações institucionais da RTVE e foi também Director de Gabinete do Instituto Cervantes em Madrid.
É também poeta, escritor e crítico literário. Autor de vários livros de poesia, novela, ensaio e edições críticas.
Trabalhou em vários jornais e revistas e, desde 1997, faz crítica de literária no suplemento Babelia, do jornal El Pais.
Ganhou, entre outros, o
Prémio Ibero-americano de Poesia Juan Ramón Jiménez e o
Prémio Andaluzia de Novela.
Categoria Novidades
Terça-feira Fev 15, 2011
Marta Sanz Pastor
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N.º de Páginas - 268
Encadernação - capa dura
PVP - 19.90 euros
ISBN - 9789724416380
Tradução - Luís Filipe Sarmento
Compre aqui (Pré-venda)
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Prémio Ojo Crítico 2001
Aos 35 anos, Mário, o protagonista, confronta-se com o facto de os pais, já na terceira idade, se terem divorciado, ao mesmo tempo que vê que o seu próprio casamento começa a ter problemas. Recorda, então, a sua infância numa povoação costeira onde os pais, lutadores antifranquistas, se haviam instalado. Pais progressistas, roupas progressistas, festas progressistas conformam a paisagem daquela infância que o menino e protagonista vive com a
desagradável sensação de anormalidade. Sonha ser uma criança normal, com pais normais, e a partir desse desejo de normalidade vai construindo um lugar no mundo que se opõe ao dos seus pais. As razões que os levaram a viver
assim e as razões que os levaram, por fim, a separar-se, acabando por compreender e amar essa herança indesejada que a vida lhe pôs à frente.
Um romance paradoxalmente alegre que confirma o talento da sua autora para entrelaçar com mestria a grande História – o franquismo, a transição – com as pequenas histórias quotidianas e individuais.
Marta Sanz Pastor (Madrid, 1967) é uma escritora espanhola, Doutorada em literatura contemporânea com uma tese sobre a poesia espanhola durante a transição (1975-1986).
A sua carreira começou no momento em que se inscreveu num ateliê de escrita da Escola de Letras de Madrid onde conheceu o editor Constantino Bértolo, que publicou as suas primeiras novelas na editora Debate.
Foi finalista do Prémio Nadal em 2006 com a novela
Susana y los viejos. Na sua novela
La lección de anatomía (2008)
usou a sua própria biografia como material literário.
Além da sua obra como novelista também escreveu contos, poesia e ensaios e exerceu crítica literária em diversos
meios.
Deu aulas na Universidade Antonio de Nebrija, em Madrid, e dirigiu a revista literária Ni hablar.
Colabora habitualmente com os jornais El País (com crónicas de viagens no suplemento El Viajero) e no Público (na secção Culturas).
Categoria Novidades
Quinta-feira Dez 23, 2010
Minotauro entre os presentes na Árvore de Natal do Diário Digital
Veja aqui.
Categoria Imprensa
Terça-feira Out 12, 2010
Fernando Aramburu
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N.º de Páginas - 224
Encadernação - capa dura
PVP - 18 euros
ISBN - 9789724416304
Tradução - Helena Pitta
Compre aqui |
“Nenhum discurso politico ou informação de imprensa transmitem de forma tão contundente, chocante, o facto de ter vivido e viver a realidade basca”.
Arturo Pérez-Reverte, El Semanal
Para lidar com o transtorno de uma filha hospitalizada e inválida, um pai atém-se às suas rotinas e passatempos, como cuidar dos peixes no seu aquário; um casamento acaba em enfado, ante o instigar dos fanáticos contra o vizinho, à espera que este se mude; um homem faz o possível para evitar que o ignorem e vive aterrorizado porque todos lhe voltam as costas; uma mulher decide partir com os filhos, sem perceber porque a acusam.
Em jeito de crónica ou reportagem, de testemunhos na primeira pessoa, de cartas ou relatos contados aos filhos, Os Peixes da Amargura reúne fragmentos de vidas nas quais, sem dramatismo aparente, só emerge a emoção - simultaneamente uma homenagem ou denúncia - de forma indirecta ou inesperada, a que seja mais eficaz.
Num estilo ilusoriamente simples, Os Peixes da Amargura transporta-nos para um quotidiano inquietante, onde o prosaico convive com o arrepiante, tendo por pano de fundo um País Basco e a sombra tenebrosa da ETA.
Pela variedade e originalidade dos narradores e abordagens, a riqueza dos personagens e as suas diferentes experiências, Aramburu transforma uma imagem inesquecível dos anos de chumbo e sangue num romance de tremendo impacto.
Fernando Aramburu (San Sebastián, 1959) licenciou-se em Filologia pela Universidade de Saragoça e em de 1985 mudou-se para a Alemanha, onde trabalhou como professor de Espanhol. Foi membro do Grupo CLOC de Arte y Desarte, fundado em 1978 em San Sebastián, que reunia jovens escritores bascos.
Considerado um dos escritores mais destacados de sua geração, foi galardoado com vários prémios literários, entre eles o Prémio Ramón Gómez de la Serna, 1997 e o Prémio Euskadi, 2001.
É, também, autor dos romances Fuegos con limón (1996), Los ojos vacíos (2000), El trompetista del Utopía (2003) e Bami sin sombra (2005) bem como da prosa curta El artista y su cadáver, do conto infantil Vida de un piojo llamado Matías (2004) e dos livros de relatos No ser no duele e deste Os Peixes da Amargura, vencedor dos Prémios Mario Vargas Llosa NH, Dulce Chacón e do Premio Real Academia Española.
Categoria Novidades
Terça-feira Out 12, 2010
Antonio Orejudo Utrilla
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N.º de Páginas - 108
Encadernação - capa dura
PVP - 14 euros
ISBN - 9789724416311
Tradução - Jorge Fallorca
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«A descoberta de um narrador cheio de coragem, sabedoria e ideias»
Santos Sanz Villanueva, Revista de Libros
Durante uma viagem de comboio, uma mulher conhece um indivíduo falador que afirma ser psiquiatra. Este, em seguida, começa a falar dos seus pacientes, especialmente sobre um paranóico obcecado com uma conspiração governamental que pretende controlar os cidadãos pela triagem dos seus resíduos.
Quando sai, numa das paragens, o comboio parte sem ele, e a mulher fica com uma pasta que contém uma relação de casos mentais, base para um livro que o viajante estava a projectar.
Antonio Orejudo Utrilla (Madrid, 1963) licenciou-se em Filologia Hispânica em Madrid e doutorou-se nos Estados Unidos, país onde também leccionou durante 7 anos em diversas universidades. Actualmente é professor na Universidade de Almería, em Espanha. Publicou diversos trabalhos na sua área entre os quais se destacam
Cartas de batalla (1993) uma edição de cartas de desafio medievais; um estudo sobre o género epistolar do século XVI intitulado
Las «Epístolas familiares» de Antonio de Guevara en el contexto epistolar del Renacimiento (1994); e uma edição anotada das Novelas Exemplares de Miguel de Cervantes (1997). É também autor da novela
Fabulosas narraciones por historias (1996), que recebeu o Prémio Tigre Juan para a melhor primeira novela desse ano, e do conto
Horizontes de expectativas, incluído na antologia de nova narrativa espanhola Páginas amarillas (1997). Em 2000 ganhou o XV Premio Andalucía de Novela com esta obra.
Categoria Novidades
Segunda-feira Out 11, 2010
A prestigiada revista GRANTA escolheu Andrés Barba, autor de As MãosPequenas, como um dos melhores jovens autores em língua espanhola.
Pela primeira vez a Revista GRANTA selecciona autores de outra língua que não a inglesa e Andrés Barba aparece em primeiro numa lista de 25 jovens autores.
Saiba mais aqui.
Categoria Autores
Quarta-feira Out 6, 2010
Esta semana procure os livros da Minotauro numa loja FNAC com 20 % de desconto.

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Quarta-feira Out 6, 2010
Em Outubro a Minotauro comemora o seu primeiro aniversário. Durante um ano trouxemos aos leitores portugueses os ventos da literatura espanhola contemporânea, publicando autores consagrados e emergentes do país vizinho com um ritmo editorial em três momentos por ano.
Neste ano, os livros da chancela foram reconhecidos pelos leitores e pela crítica tanto pelo conteúdo como pela forma, tendo sido agraciados com dois dos mais importantes prémios internacionais de design editorial.
Assinalamos este aniversário com a edição de mais dois títulos que ficarão disponíveis nas livrarias durante o mês de Outubro: Os Peixes da Amargura, de Fernando Aramburu e Vantagens em Viajar de Comboio, de Antonio Orejudo. Teremos também algumas ofertas que os leitores poderão encontrar durante este mês e de que vos iremos falando aqui.
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Terça-feira Ago 24, 2010
Aproveitando uma curta passagem por Lisboa, Félix Romeo visitou a Livraria Almedina Atrium Saldanha e dedicou tempo a promover a tradução portuguesa do seu livro Discothèque lançado em Julho passado.
Aqui deixamos um registo fotográfico do autor a autografar os seus livros:


Aqui, Félix Romeo à conversa com Pedro Vieira:


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Terça-feira Ago 24, 2010
Categoria Imprensa